Meu celular toca e quando atendo o Pastor Avimacir, presidente da CRIBI, dizia que havia me mandado um e-mail importante e urgente. Era um convite para um café da manhã dos pastores batistas independente, na base da ALEM (Associação Lingüística Evangélica Missionária) na Granja do Torto.
Na base, tive o privilégio de conhecer e conversar com pessoas que doaram suas vidas para Deus. Pessoas que se abdicaram de muitas coisas como: vida estável, profissão, cargos acadêmicos, confortos, família. Eles fizeram tudo isso para se dedicar a uma missão: Traduzir a Bíblia para povos não alcançados.
Um exímio exemplo é o casal Alessandro e Raquel Nunes. Ele é formado em Administração, ela além de outros cursos é mestra no Curso de Lingüística e Missiologia (CLM), tradutora de mão cheia. Esse casal esta de mala pronta para Guiné-Bissau – se não me engano.
Ganhei das mãos da Raquel um livro sobre a biografia de Cameron Towsend (1896 - 1982). Um verdadeiro desbravador. Desde a sua mocidade dedicou-se ao trabalho missionário. Fundador dos Tradutores Wycliffe e traduziu a Bíblia para o povo Cakchiquel, na Guatemala. Homem de fé que teve a honra de sentar-se à mesa oval da Casa Branca, juntamente como Presidente Richard Nixon.
Essa é a fé que desejo ter. Não a fé que move a mão de Deus. A fé que move em direção à vontade de Deus. Não foi isso que aprendi no púlpito da minha igreja, nem nos hinos triunfalistas hodiernos. Aprendi em Hebreus 11, os heróis da fé não foram os homens que tiveram o muito de Deus; e, sim os que se entregaram sem nenhuma reserva à Ele.
“Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado. Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. Pela fé deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível” (Hebreus 11: 24-27).
Em Cristo, sempre Triunfaremos.
Paz e fé.
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