sábado, 24 de setembro de 2011

Paulo e Daniel

Dos anos que se passam,
Dois mil e onze será misérrimo;
Nenhum assomo de sarau,
Platonicamente se verá.

Paulo grande amigo e primo Daniel,
Enlaçados pela vida eterna.
Do poento caminhão fagueiro,
Só se sobraram lutuosos epitáfios.

O acalanto dos que ainda vivem,
Rutilará do imo da eternidade.
Onde os que já se cobriram da mortalha,
E os que da mortalha se envergaram;
Celeremente se associarão.

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